Saúde pública
Remédio caro é doença que volta pior
- Levar ao Farmácia Popular os medicamentos de nova geração para diabetes e obesidade, hoje inacessíveis pelo preço.
- Licenciamento compulsório do medicamento — hoje até R$ 3.900 por mês, sob patente até 2036 — para permitir produção nacional e derrubar o preço com o genérico, como o Brasil já fez em 2007 com o remédio de HIV.
- Fiscalização de fronteira e campanha contra remédio falsificado, principalmente injetável de alto custo.
- Piso da enfermagem com reajuste anual travado em lei e fonte de custeio permanente, para técnico e auxiliar. HOJE o piso existe desde 2022, mas o reajuste automático foi vetado — está congelado há quase 4 anos.
- Plano de carreira nacional para o agente comunitário de saúde e o agente de endemias. HOJE eles já têm piso de 2 salários mínimos — falta o plano de carreira.
- Emendas parlamentares para UBS, equipamento e centro de especialidades onde faltar.
Eu tenho diabetes. Sei quanto custa o tratamento porque eu pago o meu.
