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Sabela

Deputado Federal · São Paulo

Trabalhar é o que sei fazer

Sidnei Sabela, de camisa polo azul-marinho
7058Avante 70

Comerciante desde os nove anos de idade. Vereador de Mauá de 2001 a 2004. Levo para Brasília a vida de quem passou a vida inteira atrás de um balcão.

Propostas

Sete frentes, 26 propostas, uma regra clara em cada

Não trago lista de virtude. Trago regra: o que muda, para quem, e como se fiscaliza — e onde já existe lei, o que falta para funcionar.

Caneta de aplicação de medicamento injetável

Saúde pública

Remédio caro é doença que volta pior

  • Levar ao Farmácia Popular os medicamentos de nova geração para diabetes e obesidade, hoje inacessíveis pelo preço.
  • Licenciamento compulsório do medicamento — hoje até R$ 3.900 por mês, sob patente até 2036 — para permitir produção nacional e derrubar o preço com o genérico, como o Brasil já fez em 2007 com o remédio de HIV.
  • Fiscalização de fronteira e campanha contra remédio falsificado, principalmente injetável de alto custo.
  • Piso da enfermagem com reajuste anual travado em lei e fonte de custeio permanente, para técnico e auxiliar. HOJE o piso existe desde 2022, mas o reajuste automático foi vetado — está congelado há quase 4 anos.
  • Plano de carreira nacional para o agente comunitário de saúde e o agente de endemias. HOJE eles já têm piso de 2 salários mínimos — falta o plano de carreira.
  • Emendas parlamentares para UBS, equipamento e centro de especialidades onde faltar.

Eu tenho diabetes. Sei quanto custa o tratamento porque eu pago o meu.

Sorteio público em frente a uma casa popular

Moradia

Casa popular por regra, não por padrinho

  • Ampliar o número de unidades por ano com a Caixa, com foco em quem tem menor renda.
  • Auditoria externa obrigatória de cada sorteio e publicação da lista completa de selecionados. HOJE o sorteio e o critério nacional já existem (Portarias 738 e 786/2024) — falta fiscalização.
  • Cruzamento automático de dados de renda e patrimônio antes da entrega da chave, e canal de denúncia de fraude com prazo de resposta.
  • PEC para fixar um percentual do orçamento federal em moradia popular, para o programa não encolher a cada troca de governo.
  • Regularização fundiária junto com o programa habitacional, com prioridade para quem já mora na área.
Trabalhadora acima dos 50 anos em um escritório

Trabalhador 50+

Aos 50 anos ninguém vira encosto

  • Incentivo fiscal para a empresa que contrata acima dos 50 anos.
  • Programa de requalificação profissional em novas ferramentas e tecnologias.
  • Cota mínima para o trabalhador 50+ na empresa grande, fixada em lei e proporcional ao porte — como já existe para pessoa com deficiência e para aprendiz.
Pilha de papelada ao lado de uma mesa de trabalho organizada

Pequeno negócio

Menos papelada, mais balcão aberto

  • Unificar as obrigações do MEI e da pequena empresa num sistema só: informa uma vez, num lugar só.
  • Ampliar a linha de crédito com garantia do FGO, juros menores nos bancos públicos, para quem não tem bem para dar em garantia. HOJE o FGO já opera assim no Pronampe — a proposta é ampliar o alcance.
  • Auxílio-doença do autônomo sem a carência de 12 contribuições e pela mesma regra de quem tem carteira assinada.
  • Teto de faturamento do MEI reajustado todo ano pela inflação, com trava automática em lei. HOJE está parado em R$ 81 mil desde 2018, sem trava de reajuste no horizonte.
Sabela com um cachorro no colo

Identificação animal

Chip no bicho, nome no dono

  • Microchipagem obrigatória de cão, gato e animal de grande porte — cavalo, boi, vaca — mantido em área urbana, com o chip vinculado ao nome do responsável. A União define a regra e apoia o custeio; o município executa.
  • Cadastro integrado ao chip, consultável por guarda municipal, polícia, zoonoses, fiscalização e veterinário. Passou o leitor no animal, apareceu o responsável. HOJE o cadastro nacional já existe (SinPatinhas, Lei 15.046/2024), mas é voluntário e não é ligado ao chip.
  • Identificar para poder responsabilizar — animal grande solto na rua mata, e sem identificação a responsabilidade não chega a ninguém. HOJE a lei já responsabiliza o dono (CTB art. 53, Código Civil art. 936) — falta identificação para chegar até ele.
Fachada de um pequeno comércio com placa do próprio negócio

Taxa da fachada

Placa com nome do próprio negócio não é anúncio

  • Lei complementar dizendo com todas as letras que uma placa com o nome do próprio negócio é identificação, não publicidade — e derrubando a cobrança na origem. HOJE o STF considera a taxa constitucional quando há fiscalização municipal; só lei complementar (art. 146, III da Constituição) resolve — lei ordinária não derruba tributo de município.
  • Isenção explícita para MEI, ME e EPP — nome, logomarca, CNPJ, horário — sem voltar como licença de placa, vistoria ou renovação de anúncio. HOJE em São Paulo a isenção do MEI só vale para anúncio de até 0,09 m² — uma placa de 30 por 30 centímetros.
Tornozeleira eletrônica de monitoração

Crime sexual e reincidência

Reincidente não sai sem condição

  • Castração química — tratamento hormonal inibidor da libido, com laudo e acompanhamento médico permanente — para quem já foi condenado mais de uma vez por estupro ou estupro de vulnerável, como condição para progressão de regime e livramento condicional. Sem tirar um dia da pena: o condenado cumpre a pena inteira do mesmo jeito.
  • Monitoração eletrônica por prazo fixado na própria sentença e proibição de circular no entorno de escola, creche e centro infantil, com avaliação psiquiátrica periódica. HOJE a lei já permite isso no livramento condicional (LEP art. 132) — mas depois de extinta a pena não há título jurídico para restringir liberdade, por isso o prazo precisa estar na sentença.
  • Consulta obrigatória ao cadastro nacional de condenados por crime sexual em toda contratação com contato direto e continuado com criança e adolescente — escola, creche, transporte escolar, colônia de férias, treino esportivo. HOJE o cadastro já existe (Lei 14.069/2020, ampliada pela 15.035/2024) e a consulta é pública — falta torná-la obrigatória antes de contratar.

Quem sou

Eu vim do balcão

Nasci em 8 de outubro de 1968, no Macuco, Jardim Zaíra, em Mauá. Cresci num barracão de madeira. Nada do que eu tenho hoje chegou antes do trabalho.

9anos
Comecei vendendo mel com a minha mãe e os meus irmãos. Guardei o dinheiro num cofrinho até dar para montar a primeira banca de bebidas.
16anos
Ajudei a minha família a conquistar a casa própria. Foi ali que eu aprendi o que uma casa significa para quem nunca teve uma.
18anos
Primeiro registro em carteira, como office boy em São Paulo. Depois trabalhei no Bradesco de Ribeirão Pires, até me dedicar ao próprio negócio.
21anos
Casei com a Rosângela. Somos pais de três filhos: Sidnei, Jéssica e Milena.
40anos
Bar e mercearia Sabela, adega e Mercado Sabela, no Jardim Zaíra. Ajudei a fundar o Clube dos Lojistas do bairro — de lá saíram a primeira agência bancária da região, a Campanha do Agasalho e a arrecadação de alimentos. Também ajudei a fundar a Garça, de apoio a crianças e adolescentes.
2001a 2004
Vereador de Mauá, eleito com 2.130 votos. Terminei o mandato e voltei para o comércio, sem largar o trabalho de bairro.

O que já fiz

Mandato não se conta em promessa

Fui vereador de 2001 a 2004. Estes são os números do mandato.

Câmara Municipal de MauáLegislatura 2001 — 2004
2.130votos na eleição de 2000
30projetos de lei apresentados
26moções
2.235requerimentos
5.200atendimentos no gabinete — gente que entrou pela porta e foi ouvida

Concorri à reeleição em 2004 e tive 2.372 votos, mais do que na primeira eleição. Não voltei por causa do coeficiente eleitoral do partido, não por falta de voto.

Contato

Fale comigo

Este é o site oficial da campanha. Aqui ficam os canais em que eu respondo e os dados de registro da candidatura.

Candidatura

  • Sidnei Sabela
  • Deputado Federal · São Paulo
  • Avante 70 · Número 7058
  • CNPJ 68.578.193/0001-04